A Câmara Municipal de Ouvidor realizou, nesta segunda-feira (26 de outubro de 2026), a sua 25ª Sessão Ordinária, sob a condução da Presidente Juliana Alves. Com a presença de todos os parlamentares em plenário, a sessão foi marcada por importantes debates sobre infraestrutura viária, abastecimento de energia elétrica, regularização fundiária urbana e reforço na segurança da saúde pública.

O grande destaque da sessão ocorreu na Tribuna Livre, ocupada pelo primeiro-secretário e vereador Jorge Luiz (Jorginho), que apresentou o relatório de vistoria técnica realizado pelo Corpo de Bombeiros Militar na ponte sobre o Córrego Ouvidor (GO-330, divisa com Catalão).

O laudo apontou que a estrutura de concreto apresenta boa conservação, mas alertou para o avanço da erosão no aterro e deficiências na drenagem com o início das chuvas. Os vereadores Vinícius Rosa, Vanderlei Vaz Neto, Susana Gomes, Cleiton Mendes, Eurípedes Benedito e Vinícius Antônio uniram vozes para cobrar da Goinfra e do Governo Estadual a recuperação definitiva do trecho, garantindo a segurança dos mais de 3.500 motoristas que transitam diariamente pela rodovia.

No expediente de proposições, o plenário aprovou por unanimidade dois requerimentos de autoria do vereador Wison Assunção (Biba). O Requerimento nº 05/2026 solicita à concessionária Equatorial Energia a substituição do transformador de energia do Bairro JK (nas imediações da Câmara), resolvendo as frequentes quedas e sobrecargas no fornecimento elétrico.

Já o Requerimento nº 06/2026 solicita ao Prefeito Cebinha Nascimento a implantação de segurança armada 24 horas no Hospital Municipal Santo Antônio, resguardando a integridade de profissionais de saúde, pacientes e servidores.

Na Ordem do Dia, a Câmara aprovou por unanimidade em regime de urgência o Projeto de Lei nº 16/2026, que oficializa a denominação das ruas do Conjunto Habitacional Vila Nova (objeto de Reurb), garantindo endereço formal, CEP e escrituração para os moradores;

o Projeto de Lei nº 17/2026, autorizando o leilão público de bens inservíveis do patrimônio municipal; e o Projeto de Emenda à Lei Orgânica, adequando o percentual impositivo das emendas parlamentares ao teto de 1,4% da Receita Corrente Líquida fixado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).